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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

A ECONOMIA DE ÁGUA







A poluição e o uso irracional dos recursos naturais nos alertam para uma séria ameaça ao nosso bem mais precioso: a água.

A água é um dos recursos naturais mais valiosos com que conta a humanidade. Embora a maior parte de nosso planeta esteja composto por água, 97% do total é salgada, e grande parte do restante está congelada nos pólos. Por isso, não deve ser desperdiçada. As práticas de economia da água que utilizamos diariamente contribuem para a utilização de forma mais racional de um recurso escasso, tanto que muitos habitantes da Terra não podem desfrutá-lo em suas casas. Ao mesmo tempo, permite colaborar com a qualidade dos serviços de saneamento ao aliviar sua carga de trabalho e diminuir os gastos dentro de casa.

Por onde começamos? O primeiro passo é identificar onde usamos água em casa. Depois, precisamos decidir sobre o que fazer para reduzir a quantidade que usamos, seja eliminando práticas e hábitos de desperdício, ou melhorando a eficiência do uso da água, com instalações e acessórios mais eficientes. Uma área que é importante vigiar é o banheiro, onde se usa cerca de 65% da água consumida em toda a residência. Também é crucial analisar os hábitos de consumo. A maior parte da água consumida em nossas atividades diárias é simplesmente desperdiçada. Deixa-se a torneira aberta enquanto escovamos os dentes. As máquinas de lavar funcionam sem estarem com a carga completa.

No entanto, podemos tomar várias medidas:

- não use o vaso sanitário como cesta de lixo nem dê descarga sem necessidade;
- uma ducha rápida consome menos água quente do que uma banheira cheia, e ainda poupa energia;
- mais de 50% da água utilizada nos jardins se perde devido à evaporação e por se regar em excesso; para reduzir as perdas com a evaporação, regue bem cedo.
- ao lavar o carro, utilize um balde com água e uma esponja; isso pode economizar cerca de 300 litros de água;
- veja onde há vazamentos, que podem custar muito caro; o gotejamento de apenas uma gota por segundo desperdiça cerca de dez mil litros de água por ano; a maior parte dos vazamentos é fácil de ser encontrada e de se consertar; em geral, as torneiras ficam pingando por causa de uma peça que custa centavos para ser substituída;
- um vaso sanitário que continue fluindo água depois de dada a descarga, se o problema for suficientemente grande, pode desperdiçar até 200 mil litros de água em um ano; estima-se que uma grande porcentagem de todos os vasos sanitários em uso nas residências modernas vazam.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

LIMPEZA ECOLÓGICA



Como limpar a casa usando produto naturais:

Usar bicabornato de sódio é uma boa dica ecológica para lavar a louça


Os produtos de limpeza comerciais, além de serem mais caros, e podem ser muito prejudiciais para o meio ambiente. Além disso, eles contêm perfumes e fragrâncias que podem ser prejudiciais também para aqueles que são mais propensos a alergias. Felizmente, há alternativas viáveis, mais econômicas e naturais de conseguir limpar a casa:

Água com gás: muito eficaz na remoção de algumas sujeiras.
Bicarbonato de sódio: dissolvido em água, substitui os produtos de limpeza do banheiro, podendo ser usado para esfregar a louça e os azulejos (esfregue pela superfície, deixe agir por uma hora e enxágue). Também limpa panelas manchadas: é só colocá-lo na panela e levá-la ao fogo até ferver.

Vinagre branco: além de ser bactericida, serve como desengordurante de diversas superfícies, removendo manchas e odores fortes e limpando panelas, azulejos, vidros, espelhos e vasos sanitários. É só preparar uma solução com uma colher de vinagre em um litro de água e esfregar a superfície com um pano limpo.

Sumo de limão: é muito eficiente para eliminar manchas em tecidos e em madeiras. Assim como o vinagre branco, é bom para remover sujeiras das superfícies, especialmente gorduras.

Sal: o sal puro eficaz na remoção de odores de sapatos e evita que se fixem manchas nos tecidos.

Óleo vegetal: uma camada de óleo vegetal protege o metal dos elementos prejudiciais no ar e mantém a integridade das madeiras. É também um produto muito eficaz para dar mais brilho a objetos de ferro ou de latão e para prevenir o aparecimento de ferrugem.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

A LUA E O NOSSO PLANETA



Diâmetro: Cerca de 3.460 km. (27% do diâmetro da Terra).
Distância da Terra: 382.000 km, em média.
Distância do Sol: 149 milhões de km.
Superfície: 36 milhões de km².
Temperatura: Máxima de 100º C e mínima de – 175º C


OBS: O texto que apresento não tem nada a ver com astrologia, mas é pra falar um pouco de como a Lua influencia sobre nosso Planeta Terra em vários aspectos.

A Lua continua exercendo sua eterna influência sobre os homens, as marés, a pesca e a agricultura.
Se a Lua não existisse, provavelmente não haveria vida na Terra.
Com seu tamanho considerável, ela assegura sua estabilidade ao manter seu eixo sempre no mesmo lugar. Esse mecanismo garantiu o equilíbrio de movimentos e temperaturas que levaria ao surgimento e a multiplicação da vida.

Foi observando a cadência da Lua que o homem começou a entender o tempo...
E foi a Lua que deu as indicações, com suas quatro fases que se repetiam ciclicamente. Já que cada fase lunar durava, aproximadamente, 7 dias surgiu a semana.
Depois o homem percebeu que para a Lua completar um ciclo inteiro, ou uma lunação, devia-se esperar 29 dias. Assim apareceu o mês.
Mas era preciso um espaço de tempo maior para medir viagens, construções e a vida do homem.
O próximo passo foi a fixação do ano com seus 12 meses.
O nosso calendário com 365 dias, leva em conta o tempo que a Terra precisa para cumprir uma revolução completa em torno do Sol.

A lua é um dos astros que mais interferem na vida do planeta.
Ela altera as marés, determina os ciclos de crescimento das plantas e chega a mexer até com o humor das pessoas.

Os antigos já atribuíam à Lua decisivas influências na produção de certos fenômenos que ocorrem em nosso planeta, notadamente o ritmo das marés, o movimento da seiva nos vegetais etc.
A respeito desta última influência, é tradicional a cautela que os exploradores do corte de madeira observam em seu ofício, evitando o corte no período da Lua minguante, para prevenir o seu apodrecimento.

As suas fases: nova, crescente, cheia e minguante.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

O Tiranossauro Rex







O Tiranossauro, "lagarto tirano rei", foi um dos maiores carnívoros terrestres encontrados até hoje, perdendo apenas para o Giganotossauro e para o Carcarodontossauro, seus parentes, possivelmente menos agressivos.

Inicialmente ele foi chamado de Dynamosaurus imperiosus, mas logo recebeu um nome mais apropriado. Este magnífico e assustador animal que foi descoberto no Oeste Am
ericano, tinha a cabeça gigantesca, cerca de 1,20 metros de comprimento e suas mandíbulas eram tão grandes que podiam deglutir um ser humano inteiro e exercer uma pressão de 1300 quilos, dez vezes mais que o grande Tubarão-Branco. Isso também prova que o Tiranossauro era um caçador, e não um necrófago como pensam alguns cientistas, já que, para se alimentar de carniça não precisaria de uma mordida tão violenta.

Seus dentes afiados eram ligeiramente curvos, de forma a agarrar melhor suas presas. Como o tubarão, uma vez que o Tiranossauro pegava sua vítima, ela não tinha chance de escapar de suas mandíbulas e fugir. Possuía cerca de cinqüenta desses dentes afiadíssimos de até 20 cm, uma perfeita máquina mortífera. Com o ataque, saltava para a frente agarrando a presa com os dentes até dominá-la por completo. Suas vítimas prediletas eram os Hadrossauros.

O Tiranossauro andava sobre duas pernas, que eram fortes o suficiente para sustentar o grande corpo e movimentá-lo à uma velocidade de até 48km/h. Cada pé possuia garras fortíssimas. Três desses dedos eram de apoio e um nem tocava o chão. Os bracinhos minúsculos, com apenas dois dedos cada chegavam a ser até meio ridículos se comparados ao tamanho desse animal. Não se sabe ao certo para que o Tiranossauro usava esses braços; se para se apoiar ou para agarrar a presas.

sábado, 24 de novembro de 2012

As serpentes






As serpentes são animais pertencentes ao Filo Chordata, Classe Reptilia e Ordem Squamata. Possuem corpo alongado, desprovido de patas e recoberto por escamas; e a temperatura corporal varia de acordo com o ambiente, sendo, por isso, classificadas como animais ectotérmicos. Muitas são venenosas sem, no entanto, serem consideradas peçonhentas, já que esta classificação implica que ten
ham condições de inocularem este veneno.

"Em nosso país existem mais de 370 espécies de serpentes, distribuídas em dez famílias: Anomalepididae, Leptotyphlopidae, Typhlopidae, Aniliidae, Tropidophiidae, Boidae, Viperidae, Elapidae, Colubridae e Dipsadidae. Destes indivíduos, os pertencentes às famílias Viperidae e Elapidae são os peçonhentos. "

Serpentes da família Viperidae são as jararacas, surucucus e cascavéis. Estas possuem fosseta loreal: um orifício localizado entre o olho e a narina da serpente, semelhante a uma narina.

O par de dentes para inoculação de veneno dos indivíduos desta família é longo, dianteiro e curvado para trás – se movimentando para frente no momento do bote; enquanto os demais são poucos e pequenos. Este tipo de dentição é chamado solenóglifa. Estes animais, assim como jiboias, salamantas e dormideiras, possuem a pupila com fenda.

Cascavéis possuem, no fim da cauda, uma estrutura semelhante a um chocalho. Surucucus, nesta região, têm escamas eriçadas e um pouco salientes. No caso das jararacas, a ponta da cauda é normal. Estas últimas também têm, como padrão para identificação, escamas com desenhos semelhantes a “v” invertidos, ou ganchos de telefone.

Venenos e Antídotos das Serpentes

Podemos achar nas temidas serpentes uma fonte medicinal

A cobra, um dos animais mais perseguidos do mundo, por exemplo, pode guardar muitos benefícios à vida humana. O veneno da daboia, serpente encontrada no sudeste da Ásia, é utilizado para controlar a hemorragia dos hemofílicos. A hemofilia é uma doença sanguínea que dificulta a coagulação do sangue, tornando muito difícil o controle de sangramentos. Até a metade do século passado, nada além de morfina podia ser dado a um hemofílico que se ferisse. Até hoje, a hemofilia pode ser controlada, mas não curada. O veneno desta cobra é, portanto, essencial para essas pessoas.

As pesquisas iniciadas por Vital Brasil, fundador do Instituto Butantã, demonstram que a cascavel brasileira também guarda tesouros em seu veneno. Uma das substâncias nela presente está sendo pesquisada como analgésico alternativo à morfina no tratamento de dores decorrentes do câncer - com a vantagem de durar mais tempo e não causar dependência.

Outra utilidade pode ser para as colas cirúrgicas. As colas para pele são bons substitutos aos pontos obtendo como vantagem o fechamento do corte mais rápido e a possibilidade de deixar menos cicatriz. Atualmente, as colas cirúrgicas são feitas com trombina de boi, mas os estudos mostram que a de cascavel é pelo menos 500 vezes mais eficaz na tarefa de “soldar” a pele.

Já a contribuição da jararaca para a medicina foi bem diferente. Um dos sintomas que as vítimas desta cobra apresentavam era uma súbita queda na pressão, ou seja, o veneno tinha a propriedade de reduzir rapidamente a força da corrente sanguínea. Nada mais lógico do que servir de base para um potente remédio contra a pressão alta, numa experiência liderada pelo médico Sérgio Ferreira, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto.

Diversos outros venenos de serpentes ainda são estudados no combate aos mais diversos males, entre eles o câncer, AVCs e o entupimento de artérias.

E aí, ainda vota pela extinção das cobras?

domingo, 18 de novembro de 2012

Começa a temporada em que as tartarugas marinhas voltam às praisa para desovar






COMEÇA TEMPORADA 2012/2013: TARTARUGAS MARINHAS VOLTAM ÀS PRAIAS PARA DESOVAR

Setembro marca o início da 32ª temporada reprodutiva de tartarugas marinhas sob a proteção do Tamar, no litoral brasileiro. Segundo o coordenador nacional do Projeto, oceanógrafo Guy Marcovaldi, a expectativa é alcançar, com essa temporada 2012/2013, a marca de 15 milhões de filhotes protegidos, desde que se mantenham as médias anuais dos últimos períodos reprodutivos, em torno de um milhão de tartaruguinhas.

Até março próximo, as fêmeas de quatro das cinco espécies que ocorrem no Brasil retornam às praias em que nasceram para depositar seus ovos - a tartaruga verde (Chelonia mydas) se reproduz de dezembro a julho, nas ilhas oceânicas. As bases do Tamar em áreas de desovas no litoral (Bahia, Sergipe, Rio Grande do Norte, Espírito Santo e Rio de Janeiro) estão a postos para intensificar o trabalho nas praias e no mar. Outras bases, como as do Ceará, São Paulo e Santa Catarina, ficam em áreas de alimentação, passagem e descanso das tartarugas marinhas.

Matriz de ameaças - Até o final desse ano fica pronta a matriz das principais ameaças às tartarugas marinhas que está sendo elaborada pelo Projeto Tamar/ICMBio. De acordo com a coordenadora técnica nacional do Tamar, oceanógrafa Neca Marcovaldi, esse trabalho é de extrema importância, levando-se em conta as dimensões quase continentais do litoral e a distribuição das espécies ao longo de toda a sua extensão.

“Com recursos limitados e diante da grande extensão do litoral brasileiro, é preciso concentrar esforços, identificando quais ameaças matam as diferentes espécies de tartaruga, levando-se em conta as diversas fases da vida desses animais”, afirma a oceanógrafa. O maior desafio, após 30 anos de trabalho, é utilizar o conhecimento acumulado para priorizar ações capazes de otimizar os resultados de recuperação das populações das cinco espécies de tartarugas marinhas que ocorrem no Brasil.

Fonte: Projeto Tamar

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Tubarões são tão precisos quanto um GPS



Uma pesquisa sobre tubarões indica que eles podem usar sofisticados “mapas mentais” para percorrer o oceano, nadando por grandes distâncias entre seus pontos preferidos.
Apesar de seus hábitos migrat
órios, os tubarões são capazes de identificar localizações exatas no oceano e o tempo de cada percurso que pretendem realizar.
Um dos tubarões, que foi analisado durante dois anos por meio de um satélite, tem fornecido vários dados interessantes. Ele foi para as Bahamas duas vezes durante o estudo e chegou quase na mesma data ao destino nas duas. Um segundo tubarão chegou ao mesmo ponto, nas Bahamas, também no mesmo dia.
Alguns resultados da pesquisa já eram esperados. Os próprios pescadores da região das Bahamas afirmam quando se poderá encontrar um tubarão-tigre nas redondezas, já que eles sempre chegam na mesma época e região.
Mas a pesquisa está levantando novas questões também. Ainda não há certezas sobre como funcionam esses mapas mentais, que levariam os tubarões sempre pelas mesmas faixas para seus destinos.
Uma possibilidade é uma bússola interna, que os faz navegar por grandes distâncias utilizando o campo magnético da Terra. Os tubarões também poderiam estar viajando por trechos de temperatura mais agradável, já que a água fica mais quente ao norte das Bermudas. Ou quem sabe, navegando pelas áreas em que podem encontrar seu tipo de alimento preferido.
Dez coisas que aprendemos com o Projeto Tubarão nas Bermudas:
• A casa deles é nas Bahamas: a maioria dos tubarões que a pesquisa acompanhou passa de sete meses a um ano em torno das Bahamas antes de migrar ao norte.
• Os tubarões não precisam de mapas: os dados dos satélites mostram que os tubarões podem planejar uma viagem para sua enseada favorita nas Bahamas e o tempo de sua chegada para o mesmo dia de cada ano, mesmo tendo que percorrer milhares de quilômetros de distância.
• Eles são rápidos: os tubarões-tigre levam apenas oito dias para se deslocarem das Bermudas para as Bahamas.
• Os machos se deslocam mais: todos os tubarões acompanhados na pesquisa, em águas das Bermudas, eram machos. Os pesquisadores acreditam que as fêmeas são mais territoriais.
• Tubarões-tigre viajam por grandes distâncias: os tubarões da pesquisa se espalharam por diversas regiões nos últimos três anos. O mais isolado foi até para as proximidades de Cuba.
• Eles não são tão ferozes quanto parece: é claro que os tubarões-tigres podem ser potencialmente perigosos, mas não tanto quanto os filmes e documentários querem que acreditemos.
• Tubarões trabalham juntos: na hora da caça, ocasionalmente, um ajuda o outro para capturar uma grande presa.
• Eles são grandes… mas nem tanto: tubarões-tigre de 6 metros são um mito. O tamanho médio, do nariz até a cauda, é de um pouco mais de 2 metros e meio.