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segunda-feira, 30 de julho de 2012

Tartaruga marinha - porque é preciso proteger




Em algum momento da criação do mundo, as tartarugas marinhas receberam a seguinte missão: "Espalhem-se pelos oceanos, não escondam as suas belezas; alimentem a quem for necessário; mas não deixem de existir". Assim foi feito - e o homem não tem o direito de contrariar essa lei cósmica.

Depois de mais de 100 milhões de anos de sobrevivência e evolução, as tartarugas marinhas continuam desempenhando importante papel ecológico nos ambientes onde ocorrem - das áreas costeiras a grandes profundidades oceânicas (as chamadas regiões abissais). São fonte de alimento para predadores marinhos e terrestres, inclusive o homem, e importantes consumidores de organismos marinhos, servindo como substrato para outras espécies.


Como animais migratórios, as tartarugas se deslocam desde os trópicos até as regiões subpolares, transferindo energia entre ambientes marinhos e terrestres. São consideradas verdadeiros engenheiros do ecossistema, devido a sua influência e ação sobre os recifes de coral, bancos de grama marinha e substratos arenosos do fundo oceânico.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Principais ameaças às baleias




Principais ameaças às baleias:

- Caça comercial de baleias e pequenos cetáceos.

- Degradação do ambiente marinho pelo rápido crescimento das áreas costeiras.

- Efluentes industriais carregando seus produtos químicos.

- Super exploração dos estoques pesqueiros, reduzindo o suprimento de alimentos.

- Aumento do número de embarcações, resultando na mortandade de cetáceos devido às colisões.


O litoral brasileiro é um dos mais extensos de todo o mundo e apresenta várias características que permitem uma grande diversidade de animais e plantas. Dentre os animais, destacamos a baleia jubarte, um dos maiores mamíferos marinhos que aqui ocorrem. Esta espécie quase foi extinta por causa da caça predatória que era permitida até o inicio do século XX. Com a suspensão da caça as populações de baleias jubarte vêm aumentando lenta e progressivamente não só no Brasil, mas em todo o mundo. Com o aumento de baleias jubarte no litoral brasileiro e a moratória da caça ainda em vigor, esta espécie possui agora outros tipos de ameaças como a perturbação direta provocada pelo turismo e pelo tráfego de embarcações, a poluição do ambiente marinho, a degradação da atmosfera e dos processos oceânicos, os encalhes, a exploração de petróleo entre outras. O governo brasileiro junto com várias ONG’s vem realizando projetos e ações prioritárias, leis e medidas de conservação para o meio ambiente marinho e para a preservação não só das baleias jubarte, mas de diversas outras espécies também. Muitas ações ainda devem ser feitas para que se possa oferecer um ambiente bom e seguro para as baleias jubarte e para os organismos marinhos. 

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Esperança renovada para golfinhos do RJ



Um santuário para as toninhas
 Mar de Jurubatiba abriga última população do estado e deve ganhar área de proteção

Um dos maiores especialistas em toninhas, o único golfinho ameaçado do Brasil, o pesquisador da FIOCRUZ Salvatore Siciliano, nunca viu sequer uma delas nadando no mar. Já para o pescador Amaro Jorge, de 47 anos, a cena não é rara. Justamente no litoral do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, no Norte Fluminense - onde vive o pescador -, estão concentradas as poucas toninhas que restam nos estados do Rio e do Espírito Santo. A região, estratégica para a preservação da espécie, deve ganhar a primeira área de preservação do país voltada para o cetáceo.

A melhor solução, para um grupo de pesquisadores, entre eles Siciliano, é a ampliação do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba. A proposta já foi formalizada, tem o apoio da Secretaria de Estado do Ambiente, do Instituto Nacional do Ambiente e conta com a simpatia da própria ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. Mais do que proteger as toninhas, outras espécies, de tartarugas a aves migratórias, também seriam beneficiadas.

- Se depender de mim, sai a proteção à toninha (em Jurubatiba). Vamos ver qual é o melhor formato, existem muitos interessantes que podem ser adotados - disse a ministra. - Queremos avançar em uma nova agenda sobre oceanos, apostei muito (na Rio+20), mas acabou não saindo uma boa decisão.

Criar uma área de preservação para as toninhas é urgente, dizem ambientalistas. Apenas 46 delas foram avistadas no litoral carioca e capixaba por especialistas no último sobrevoo realizado para a contagem da população, entre dezembro e janeiro. No total, os pesquisadores calculam que existam 2 mil nesta região: menos da metade do mínimo considerado seguro, cerca de 5,5 mil. A maioria delas vive no litoral de Jurubatiba, Parque terrestre que atualmente tem 44 quilômetros de costa.

A observação feita nos sobrevoos, de que as toninhas se concentram no Norte do estado, está em linha com observações em terra. O maior número de carcaças do cetáceo é encontrado nesta área de Jurubatiba.

- Este litoral oferece habitat ideal para as toninhas: abrigo, poucos barcos e impacto.
As toninhas praticamente desaparecem de áreas perturbadas - explicou Siciliano. - Isso praticamente justifica a criação de uma unidade marinha. Essa unidade é a chance de oferecer a sobrevivência às toninhas. Não sobrou outro lugar. Ou é isso, ou mais nada.
Não adianta, por exemplo, criar áreas marinhas em Búzios, onde não há toninhas.

A maior ameaça às toninhas é a pesca acidental. As redes colocadas para capturar peixes acabam prendendo os mamíferos, que morrem sem ter como respirar debaixo d'água. Os últimos dados disponíveis, de dez anos atrás, mostram que 110 toninhas morreram nesta região, quando o número não poderia ultrapassar 40. Para este cálculo, as estimativas estipulam como aceitável 2% das mortes causadas pelo homem.

Do seu pequeno barco de madeira, saindo para mais uma pescaria, o pescador Amaro Jorge também reclama da poluição e de atividades industriais, que prejudicam sua atividade. Mas está acostumado com as toninhas.

- Sou pescador desde que me entendo por gente. Já vi muita toninha no mar, acho que o número delas não aumentou nem diminuiu. 

Proteção ambiental se estende para toda a cadeia alimentar do cetáceo

A toninha está no topo de uma complexa cadeia alimentar, que também precisa ser preservada, alerta o diretor do Núcleo de Ecologia e Desenvolvimento Socioambiental da UFRJ em Macaé, Francisco Esteves. Entre as principais ameaças, ele cita a pesca predatória, a destruição do fundo do mar por causa de práticas agressivas, como o arrasto, sobretudo na época do camarão. A criação de uma reserva marinha, mesmo que voltada para o cetáceo, também beneficiará várias espécies.

As agressões ao meio ambiente marinho vão muito além da ação de pescadores. A região sofre com a poluição de várias origens, desde o despejo de esgoto ao óleo lançado por embarcações no mar.

Mesmo a degradação de áreas terrestres também causa impacto em regiões marinhas.
Por exemplo, a retirada de florestas, sobretudo nas áreas de amortecimento do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, cria uma sucessão de agressões ambientais. O solo sem vegetação fica muito mais exposto à erosão. Quando ocorrem chuvas, elas carregam mais barro e lama para os rios, as lagoas e o mar. Isto reduz a transparência da água e provoca o desaparecimento de algumas algas, a base da cadeia alimentar.

- A nossa preocupação não está restrita à toninha, há todo um ecossistema marinho da costa de Macaé e região que precisa ser observado. A alimentação da toninha depende de uma longa cadeia, que começa com bactérias, chega nas algas, aos organismos microscópios e até pequenos camarões e peixes que servem de alimento para o cetáceo - ressaltou Esteves. 

- As dunas da região recebem poluição. Há muito crescimento populacional. Todo esgodo da Bacia de Campos é jogado nas lagoas e, por sua vez, vai para o mar. Com o incremento da indústria do petróleo, a tendência é essa situação se agravar ainda mais.
- O Norte Fluminense tem experimentado grande crescimento, impulsionado sobretudo pela indústria de petróleo e gás. Grandes obras estão em andamento na região, inclusive nas proximidades do Parque Nacional de Jurubatiba.
- Não podemos, em nome do petróleo, devastar um ambiente tão frágil como este. Corremos o risco de, quando acabar o combustível fóssil, deixar o ambiente impróprio para as futuras gerações - reclamou o professor da UFRJ.

O Canal das Flexas, na Barra do Furado, bem próximo ao Parque de Jurubatiba, está sendo dragado. Há projetos para a instalação de estaleiros no local. Também há regiões que sofrem com a ocupação em áreas consideradas de grande valor ambiental.

- A região já sofreu forte modificação de seu aspecto natural por causa de ações do homem. Mesmo assim, ainda resta muito valor ambiental, sobretudo por causa das lagoas, inclusive aquelas que ficam secas em parte do ano - ressaltou o pesquisador da Fiocruz Salvatore Siciliano.

As áreas alagadas do Norte Fluminense já fizeram a região ser chamada de pantanal fluminense. Aterros sucessivos, porém, continuam modificando as características naturais, sobretudo nas proximidades da área litorânea.

- O chamado pantanal fluminense, para mim, é mais bonito do que o próprio pantanal mato-grossense. Aqui temos o mar, a planície e a Serra do Mar no fundo - disse Esteves - Infelizmente, já foram eliminadas mais de 200 lagoas na área. Até hoje estamos aterrando lagoas e brejos em Macaé. 

Campanha do GLOBO mobiliza leitores para preservar golfinho 

A toninha, que corria o risco de desaparecer sem que grande parte das pessoas sequer tomasse conhecimento de sua existência, foi a protagonista da campanha do Jornal O GLOBO para a sua preservação.
Em parceria com a Escola Nacional de Saúde Pública/Fiocruz e apoio da ONG WWF-Brasil, a iniciativa também promoveu a limpeza das praias e coincidiu com a Rio+20, que teve a biodiversidade do oceano entre seus temas principais.

Foram realizados mutirões de limpeza nas praias de Copacabana, Ipanema e Leblon, com o apoio do movimento voluntário Rio Eu Amo Eu Cuido. Pesquisadores da Fiocruz fizeram palestras em dez escolas.
Um jogo on-line fez com que internautas ajudassem a preservar toninhas virtuais. Também na internet, duas páginas foram criadas: www.querovertoninha.com.br e www.ensp.fiocruz.br/toninha .
Quem quisesse vestir a camisa da campanha pôde usar a que foi desenvolvida pela grife Reserva. Também houve um concurso de cartazes da mostra Glob-all mix com o tema "Mar sem lixo, mar com toninha".

Durante a Rio+20, foi montada uma tenda/estúdio do artista plástico Vik Muniz no Aterro do Flamengo. Ele produziu uma obra de arte com a ajuda do público. Já na Casa de Cultura Laura Alvim, um debate reuniu especialistas do governo e da sociedade civil. No local, em primeira mão, o Secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, anunciou que a Ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira criaria a reserva marinha em Jurubatiba para a preservação das toninhas.
- O objetivo da nossa campanha pelas toninhas foi espalhar a mensagem de que todos podem e devem fazer a sua parte pela preservação do animal - disse Fernanda Araujo, gerente de marketing do GLOBO. - Foi gratificante ver o envolvimento das pessoas em todas as ações que promovemos e saber que a repercussão da campanha foi além das nossas expectativas.

Para o pesquisador da Fiocruz Salvatore Siciliano, a campanha pode ter feito a diferença para a preservação das toninhas.
- A campanha foi importante e muito feliz em aproveitar a oportunidade para identificar uma espécie esquecida, ou completamente desconhecida que precisa muito de uma ação para a sua conservação. A toninha era uma ilustre desconhecida. Só a difusão deste golfinho, que já não é mais desconhecido, é um enorme ganho.

Fonte: Jornal O GLOBO - Sessão "Planeta Terra" (páginas 4,6,7,8) em 10 de julho de 2012 

sábado, 30 de junho de 2012

O que você deve fazer em casa para ajudar o meio ambiente




O QUE VOCÊ PODE FAZER EM CASA PARA AJUDAR O MEIO AMBIENTE

Há muitas coisas que você pode fazer em casa para ajudar a reduzir seu impacto sobre o ambiente que lhe rodeia:

- Desligue as luzes quando você não precisa delas. Quando as lâmpadas se queimarem substitua-as com lâmpadas de maior eficiência de energia.

- Não desperdice água.

- Recicle o lixo.

- Antes de comprar ou adotar um animal de estimação esteja certo que você está pronto para cuidar dele. Ter um animal de estimação é uma grande responsabilidade.


Coisas que você pode fazer para salvar as florestas tropicais:

- Não compre produtos feitos a partir de pele de animais selvagens.

- Não compre animais de estimação silvestres que foram pegos na natureza. Você pode perguntar nas lojas de animais de estimação se os animais vieram da natureza ou se são animais caseiros. Evitando assim, alimentar o tráfico de animais silvestres.

- Não compre produtos de madeira da Indonésia, Malásia, Brasil ou África, ao menos você saiba a procedência deles, ou seja, se eles são produtos “amigos da natureza”. Uma boa maneira de saber se a madeira é de boa procedência é verse ela tem uma “etiqueta de certificação”. Um exemplo de uma etiqueta de certificação é o “certificado do FSC”, o que significa que a madeira vem de florestas manejadas de forma sustentável.

- Aprenda mais sobre as florestas tropicais e as plantas e animais que vivem nelas. Diga aos seus amigos e parentes que as florestas tropicais são importantes.

domingo, 24 de junho de 2012

Ilha da Gipóia - Angra dos Reis




TURISMO ECOLÓGICO: COSTA VERDE - RJ
ILHA DA GIPÓIA - ANGRA DOS REIS




Atrás apenas da Ilha Grande em tamanho, a Ilha da Gipóia é a segunda maior ilha de Angra dos Reis e uma das mais procuradas por turistas, já que oferece de tudo um pouco: praias com ondas perfeitas para a prática do surfe como a Brava e a praia de Fora, a deserta praia das Amendoeiras, ou a calma praia da Fazenda, com areias cheias de conchinhas e mar calmo. A pequenina Juruba é protegida por morros, costões e vegetação nativa – só se chega lá de canoa. A praia do Norte tem areia fina e branca. A Sururu tem areia amarelada e ondas fortes mas é quase deserta. Na praia das Flechas, vista panorâmica das ilhas Botinas e Grande. Quer agito? A praia do Dentista (Jurubaíba) é uma das mais procuradas de Angra dos Reis, onde bares flutuantes vão até os barcos para entregar petiscos e bebidas.

Localizada a 35 min de barco (próprios, alugados ou escunas) do centro de Angra, com saída do cais de Santa Luzia, a ilha da Gipóia oferece ótima infra-estrutura de hospedagem e restaurantes e bares. Passeios de barco, mergulho livre e trilhas são algumas das atividades na ilha. No sul da ilha, um estreito entre a ponta da Maresia e a ilha Josefa é um dos locais mais bonitos da ilha, exigindo cuidado do condutor da embarcação.


OBS: imagem da Praia de Jurubaíba, na mesma Ilha da Gipóia

Saiba mais:

http://www.angra.com.br/home/angra/ppraias-jipoia.cfm

quinta-feira, 21 de junho de 2012

A importância dos morcegos para os humanos



Como os morcegos ajudam os humanos?
Comendo toneladas de insetos por ano. Um bom e esperto morcego insetívoro pode devorar mais de 600 mosquitos por hora, fazendo assim um rigoroso controle de população.

Segundo informações cientificamente comprovadas, os 20 milhões de morcegos de cauda livre do México consomem 250 toneladas de insetos em uma única noite !!!

Todo este consumo ainda contribui significativamente para a redução do uso de venenos químicos utlizados nas plantações, o que significa comida mais saudável para todos nós.


Os morcegos comedores de frutas espalham sementes de centenas de espécies de árvores, contribuindo desta forma para a recomposição de nossas florestas e matas.

Uma variedade enorme de plantas depende quase que eexclusivamente dos morcegos paraespalhar suas sementes, perpetuando as espécies.

Os morcegos vampiros estão ajudando pesquisas científicas na busca de novos medicamentos para
doenças do coração. Isto porque existe uma potente substância anticoagulante na saliva destes animais.

"Há, pelo menos, 40 milhões de anos, eles se alimentam do pólen e do néctar das flores.
A dieta, que pode ter se iniciado por acaso, faz com que esses animais contribuam para
a regeneração das florestas e para a disseminação e distribuição de várias plantas.
Embora alguns morcegos alimentem-se de frutas e outros, de insetos, a fama desses mamíferos
voadores está relacionada ao fato de sugarem sangue!

É verdade que os chamados morcegos vampiros existem. Mas se você acompanhar esta história
até o fim, verá que não há razões para ter medo. Longe da má reputação do Conde Drácula, esses animais são grandes parceiros da natureza.

Os biólogos acreditam que os primeiros morcegos alimentavam-se apenas de insetos.
Com o passar do tempo, aconteceram mudanças em algumas espécies: uns passaram a compor sua dieta apenas de frutas, enquanto outros, atraídos pelos insetos pousados nas flores,
acabaram utilizando-se do néctar, complementando, assim, o seu cardápio.

Hoje, estima-se que aproximadamente 250 espécies de morcegos dependem parcial ou totalmente das plantas como fonte de alimento. De alguma forma, as plantas também dependem dos morcegos. Afinal, os que se alimentam de frutas podem deixar cair sementes durante o transporte, fazendo com que a planta brote em um novo local. Já os que sugam o néctar das angiospermas - plantas produtoras de flores - enfiam a cabeça nas flores, carregando consigo o pólen. Ao pousarem em outra flor, deixam nela grãos de pólen que permitirão sua reprodução.

Para se ter uma idéia da importância dos morcegos, basta dizer que cerca de dois terços das angiospermas das florestas tropicais do mundo são polinizadas por eles. A dispersão das sementes também faz com que eles sejam os principais responsáveis pela regeneração de florestas degradadas. Mas é bom deixar claro que o benefício que os morcegos fazem às plantas não resulta de um esforço consciente de cooperação. Pelo contrário, o comportamento deles é conseqüência da procura por alimento e da luta com seus potenciais competidores (animais que também se alimentam do néctar) e com os herbívoros (animais que se alimentam da planta)."

Copilado de: Ciências Hoje para Crianças

Morcegos - Vamos conhece-los melhor para proteje-los sempre, mas lembre-se, morcegos são animais silvestres
Jamais tente pegar um morcego, nem vivo nem morto.

terça-feira, 19 de junho de 2012

10 maneiras de ajudar gatos e cachorros que vivem nas ruas




Você pode sim adotar um cão ou um gato abandonado. No entanto, existem outras formas dar uma mão para esses animais.

1. Doe ração, acessórios e remédios veterinários

Muitas ONGs estão superlotadas e não conseguem fundos para alimentar todos os animais, ficando com seu orçamento no vermelho na maioria dos meses. Por isso, doar ração todos os meses é um ótimo jeito de “adotar“ um cãozinho ou gato sem ter espaço dentro de casa. Um pacote de 20 quilos custa, em média, R$ 80. Pesou? Doe um pacote mês sim, mês não. Além disso, você também pode doar acessórios, como coleiras usadas, roupinhas e cobertores para as instituições. Remédios dentro do prazo de validade também são aceitos.

2. Siga e compartilhe no Facebook

Diversos animais conseguem lares através do compartilhamento e comoção gerada em redes sociais. Por isso, ajude a causa compartilhando as ações delas no seu Facebook. É uma forma de auxiliar sem gastar nada -apenas alguns segundos do seu dia.

3. Ajude com dinheiro

Se você pode contribuir com dinheiro, vez ou outra, faça uma doação através de depósito bancário para instituições de sua confiança. Vale, porém, acompanhar o trabalho da instituição, para ver se o dinheiro está sendo gasto de maneira consciente. Não há valor mínimo para doar.

4. Abra suas portas temporariamente

Muitas ONGs precisam de lares temporários, pois estão com seus espaços lotados para acolherem mais animais de rua. Por isso, se você quer ser um tutor temporário, precisará se inscrever em sites e passar por entrevistas e vistorias. Tenha em mente, porém, que você é o tutor temporário e que a qualquer momento o animal pode ir embora. Cabe lembrar também que muitos tutores temporários acabam se apegando aos animais e os adotando definitivamente.

5. Divulgue notícias de maus-tratos e de animais perdidos

Para que a criminalidade relacionada a animais diminua, a sociedade precisa ficar atenta e não deixar que pessoas que os maltratam saiam impunes. Fiscalizar através de redes sociais funciona. Você se lembra do caso da enfermeira, que em dezembro de 2011, agrediu um cãozinho da raça Yorkshire até a morte? Graças a postagens em redes sociais, o vídeo teve mais de 60 mil acessos em um único dia e ainda atingiu os Trending Topics (assuntos mais discutidos) do Twitter. Porém, a punição para esses casos ainda não é como os protetores dos animais gostariam que fossem: a enfermeira não foi presa, terá apenas de pagar cestas básicas ou prestar serviços à comunidade. Ao menos, graças às redes sociais, não ficou impune. Por isso, se você abraça a causa, compartilhe notícias de maus-tratos em sua rede e acompanhe o caso - não deixe que caia no esquecimento. Ah, compartilhar casos de animais perdidos também pode ajudar os animais a encontrarem os tutores novamente.

6. Adote um amigo

Em vez de comprar um animal, pense em adotar de ONGs e abrigos. A vantagem é que há cães e gatos de todas as idades, que se adaptarão a todos os perfis de tutores - desde os mais calmos aos mais agitados. Adotar os mais idosos traz outra vantagem: o temperamento dele não mudará, ideal para quem mora em apartamento e precisa de animais mais calmos.

7. Faça trabalho voluntário

Algumas instituições, como a Gatos do Campo de Santana, organizam dias para voluntários ajudarem, como Dia do carinho, Dia do banho, entre outros. Além disso, muitas ONGs precisam de voluntários fixos. Basta querer ajudar e se comprometer mensalmente.

8. Assine petições contra abusos

Ficou sabendo de uma nova petição que protegerá os animais? Entre no site, assine e divulgue entre sua rede de conhecidos. O Instituto Nina Rosa publicou uma lista de petições que precisam de assinaturas. Veja aqui.

9. Apadrinhe um animal

Você ama animais, mas não pode tê-los em casa por motivos diversos? Então, apadrinhe um. Diversas ONGs, instituições e associações oferecem essa opção. Funciona assim: você fica responsável por um animal específico, contribuindo em dinheiro para o bem-estar dele, até que ele seja adotado. Também pode visitar e levar muito carinho.

10. Socorra ao ver um animal doente na rua

Caso veja algum animal atropelado ou doente, preste socorro, levando a uma instituição ou a um hospital veterinário mais próximo. Muitos hospitais, ao saberem que o animal vive nas ruas, cobram um preço mais barato. Além disso, os animais de São Paulo estão prestes a ganhar um Hospital veterinário público. O projeto é do vereador Roberto Tripoli (PV) e já foi aprovado pelo prefeito Gilberto Kassab. Ficará localizado no bairro do Tatuapé, zona leste da cidade. Veja o que fazer caso encontre um animal de rua que precisa de ajuda:

· Após levar ao hospital, divulgue que você encontrou o animal, com cartazes pelas ruas e também em redes sociais. Deixe o cartaz em clínicas veterinárias próximas e pet shops.

· Se não encontrar os tutores e você não puder ficar com o animal, recorra a uma ONG ou a algum amigo ou parente.

5 Instituições, ONGs ou associações para ajudar

SOS Gatinho de Rua

Localizada em Brasília, a instituição ajuda 90 cães e 220 gatos. Aceita doações de ração, acessórios, medicamentos, camas, cobertores, comedores, material de construção e doação em dinheiro. É possível também apadrinhar animais e ser voluntário para visitas, escovação e banho. No site você encontra mais informações e também os animais disponíveis para adoção. 

Projeto Bicho de Rua

Localizado em Porto Alegre (RS), o Projeto Bicho de Rua foi criado por um grupo de amigos para promover o bem-estar animal. Oferece animais para adoção (cães, gatos, coelhos, cavalos, entre outros) e estimula a guarda responsável. Não possuem abrigo próprio. Funciona como uma Rede Solidária de apoio à causa, fazendo a divulgação de abrigos e indo atrás de recursos financeiros. Ou seja, captam recursos para comprar alimentos e pagar castrações e outras necessidades de ONGS cadastradas. Saiba mais em: www.bichoderua.org.br. Facebook: www.facebook.com/paginadobicho

Gatos do Parque

A Gatos do Parque é um grupo de protetores de gatos independentes de Fortaleza (CE). Além de doações em dinheiro para castrações, aceitam rações para adultos e filhotes, medicamentos diversos (vermífugos, vacinas, entre outros) e areia higiênica. Também precisam de lares temporários e/ou definitivos, pois não contam com abrigo próprio. Para ver os animais para adoção e ter mais informações, entre aqui. Facebook: http://www.facebook.com/gatosdoparque

Adote um Gatinho

A Adote um Gatinho é uma ONG com mais de 400 gatinhos abrigados, para adoção. Aceita todo tipo de doações: dinheiro, rações, remédios, cobertores, areia sanitária, caixa de transporte e tudo o que servir para gatinhos. Também cadastra voluntários para lares temporários e permite apadrinhamento dos animais, a partir de R$ 30 por mês. Caso você queira ser voluntária, também pode. Todo contato é feito pelo site: http://adoteumgatinho.org.br. Facebook: http://www.facebook.com/#!/adoteumgatinho

SOS Vida Animal

A SOS Vida Animal é uma ONG que trabalha na educação da comunidade, na cidade de Londrina, visando esclarecer à população em relação à guarda responsável de cães e gatos. Eventualmente, também animais de carga, como cavalos. Aceita doações de rações, acessórios e medicamentos, além de doações em dinheiro. Precisam de voluntários para lares temporários e padrinhos para os animais. A cada 15 dias, também realiza feira de adoções. Se você quiser ser um voluntário, a ONG aceita veterinários, adestradores, pessoas que topem passear com os animais e também participar das feiras e de banhos coletivos. Informações em www.sosvidaanimal.org.br e Facebook: www.facebook.com/sos.vidaanimal.

Fonte: WEBCÃES